sábado, 28 de agosto de 2010

100 % DE APROVAÇÃO DO CURSO JORNALISMO DA UFF

Estudantes de comunicação social da Universidade Federal Fluminense dizem em sua primeira aula de Linguagem Jornalística não se arrependerem de terem escolhido jornalismo como profissão.
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.

Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.

Paula Pontes

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

a união de um casal

O casamento para uns é uma instituição falida, para outros uma meta de vida, há tambem quem diga que é apenas um papel. Enfim, um dos sete sacramentos da Igreja Católica, segundo o IBGE, no nosso país ocorre um a cada 45 segundos. Tem noção de quantos casamentos por ano?

Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.

Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).

Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.

Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.