Inicia as aulas e o aluno já pensa nas férias. Mas, como toda regra tem exceção, existem algumas pessoas que não as usam somente para diversão e descanso. Um exemplo é Paula Pontes, aluna de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, que dedicou o recesso escolar do meio do ano para viajar com a família, organizar festas, resolver pendências (levar roupas na costureira, ir ao dentista) e rezar. Nas férias nem tudo estava programado, porém a cada dia que passava, descansar era o que ela menos fazia.
No primeiro fim de semana, a estudante viajou com os tios e a prima para Belo Horizonte. Lá conheceu diversos pontos turísticos, Mineirão, Pampulha, Igreja de São Francisco de Assis. A tia mineira como anfitriã fez questão de mostrar a cidade natal para a sobrinha, que havia estado ali pela última vez, há 18 anos. Minas Gerais foi desvendada em algumas horas. Além disso, próximo a Belo Horizonte foram visitar Mariana (primeira capital do Estado) e Ouro Preto (uma cidade que reúne universitários, igrejas e historia do Brasil).
No retorno à cidade maravilhosa, Paula foi para casa dos tios e lá passou mais três dias com a família. Cinema, boliche e restaurante para completar o início das férias. E, mesmo a estudante tendo 19 anos e os primos 11 e 14 anos, eles se divertiram bastante.
Depois de tantos momentos de alegria, a universitária retornou a Niterói onde mora. Com isso, voltam também às responsabilidades. No final de semana dos dias 24 e 25 de julho ocorreu na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora a Festa Junina. Esta foi organizada por ela e alguns amigos do grupo de jovens do qual faz parte (Encontro de Jovens com Cristo). Na semana anterior, pintou, cortou, desenhou, cozinhou, decorou, contou, enfim, trabalhou bastante em função desse evento.
Final da festa muito cansaço, porém muita felicidade de poder ajudar e alegrar as pessoas. Início de outra semana, Paula aproveitou para resolver alguns problemas e, principalmente, organizar outro encontro que ocorreu nos dias 31 de julho e 1 de agosto em Itaipuaçu . Foram momentos de reflexão, cantoria, desabafo e união, um retiro de amigos.
Para encerrar o recesso, o último domingo de descanso era Dia dos Pais. Então, a Paula foi passar o dia com o pai e as irmãs. Um almoço delicioso com direito a presente e cartas para o homenageado. Um mês de pouco descanso, mas de alegria e que vai ficar guardado na memória.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
UNIVERSITÁRIA SAI DE FÉRIAS, MAS CONTINUA TRABALHANDO
Estudante de jornalismo Bárbara Abreu entrou de férias na faculdade. Porém, isto não aconteceu com o trabalho. A aluna passou em 2009 no concurso do IBGE e, desde então não teve descanso. Entretanto, não foi um grande obstáculo para relaxar e se divertir no recesso escolar. Por isso, os finais de semana foram repletos de atividades com a família, amigos e namorado.
O primeiro fim de semana, a Bárbara foi com o namorado para São Pedro da Serra. Eles passaram dias em uma pousada em um clima bem romântico. Comeram, dançaram, conversaram, namoraram, tudo que um casal espera de um encontro a dois. Isto deu força para mais uma semana de trabalho.
Na madrugada do dia 24 para 25, a universitária foi matar uma curiosidade e um desejo. Pela primeira vez foi a um rave (festa com música eletrônica, bem alta e que dura mais de 12 horas). Foi em Santo Aleixo, próximo a Magé. Produzida pelas maiores raves do Brasil (Euforia e Cabala). Segundo Bárbara, um momento único e diferente.
Nos últimos dias das férias, curtiu com a família e antigos amigos. Foi ao cinema assistir Toy Story 3 e a um restaurante famoso. Riram, colocaram o papo em dia. Já com os familiares aproveitou a vinda das primas que moram na Irlanda (Letícia e Mariana, 6 e 11 anos, respectivamente) para fazer reuniões com todos primos. Os encontros foram regados a filmes divertidos, comida da vovó e jogos de tabuleiro. Depois de tantas alegrias e muito trabalho
O primeiro fim de semana, a Bárbara foi com o namorado para São Pedro da Serra. Eles passaram dias em uma pousada em um clima bem romântico. Comeram, dançaram, conversaram, namoraram, tudo que um casal espera de um encontro a dois. Isto deu força para mais uma semana de trabalho.
Na madrugada do dia 24 para 25, a universitária foi matar uma curiosidade e um desejo. Pela primeira vez foi a um rave (festa com música eletrônica, bem alta e que dura mais de 12 horas). Foi em Santo Aleixo, próximo a Magé. Produzida pelas maiores raves do Brasil (Euforia e Cabala). Segundo Bárbara, um momento único e diferente.
Nos últimos dias das férias, curtiu com a família e antigos amigos. Foi ao cinema assistir Toy Story 3 e a um restaurante famoso. Riram, colocaram o papo em dia. Já com os familiares aproveitou a vinda das primas que moram na Irlanda (Letícia e Mariana, 6 e 11 anos, respectivamente) para fazer reuniões com todos primos. Os encontros foram regados a filmes divertidos, comida da vovó e jogos de tabuleiro. Depois de tantas alegrias e muito trabalho
sábado, 28 de agosto de 2010
100 % DE APROVAÇÃO DO CURSO JORNALISMO DA UFF
Estudantes de comunicação social da Universidade Federal Fluminense dizem em sua primeira aula de Linguagem Jornalística não se arrependerem de terem escolhido jornalismo como profissão.
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.
Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.
Paula Pontes
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.
Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.
Paula Pontes
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
a união de um casal
O casamento para uns é uma instituição falida, para outros uma meta de vida, há tambem quem diga que é apenas um papel. Enfim, um dos sete sacramentos da Igreja Católica, segundo o IBGE, no nosso país ocorre um a cada 45 segundos. Tem noção de quantos casamentos por ano?
Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.
Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).
Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.
Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.
Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.
Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).
Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.
Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Viver ou Sobreviver?
O caminhar de um ser humano, de certa forma, eh igual para todos. Principalmente, quando pensamos em ciclos. Nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. Em tese, TODOS deveriam passar por isso. Mas, infelizmente, nao eh o que, as vezes, acontece.
Quando demos o nosso primeiro choro, damos o nosso primeiro passo em nosso caminho. A vida eh feita de apenas um unico caminho, no qual quem o faz, somos nos mesmos. Eh como respirar, se alimentar, NINGUEM pode fazer por nos. E, se nao fizermos, morremos. Dentro de uma "normalidade" depois de nosso choro, seguiriamos nossas vidas. Cresceriamos, teriamos duvidas, escolheriamos o que ser profissional e pessoalmente. Se pegarmos a vida de uma unica pessoa, esta possui um unico caminho tracado por ela. Mas, sera que ela viveu ou apenas sobreviveu? E isto, nao tem absolutamente nada a ver com questoes financeiras, ou classe social.
Viver esta relacionado diretamente em dar valor as " pequenas coisas", lutar por algo ou alguem como se fosse a ultima coisa que fizesse na vida, "apostar todas as suas fichas" em um novo ou eterno amor, recomecar sem ter o menor medo ou receio em errar, perdoar e esquecer, passar por cima do orgulho e dizer sim diante da vida, eh deitar no travesseiro e conseguir dormir, eh nao ter vergonha de dizer a verdade, de levantar a bandeira da sua fe, amar sem esperar nada em troca, eh fazer novos e conservar velhos amigos, eh ser tudo aquilo que voce sonhou quando crianca, eh ouvir as broncas calado e depois conversar, se achar que esta certo, e se nao der certo, continuar sorrindo, pedir a bencao de seus pais e avos, eh nao esquecer de quem sempre te ajudou...
Sobreviver eh o oposto, eh brigar sem motivo algum, eh mentir, ser desonesto ateh em jogo de futebol com os amigos, eh passar por cima de alguem para conseguir o que quer, eh deixar de sonhar ou abandonar velhos sonho, eh ter preguica de vencer, eh desanimar no primeiro obstaculo, eh trair a confianca de alguem e nao se arrepender, eh nao olhar para alguem que te olha, eh ignorar o pedido de ajuda de alguem, eh ter medo de amar, eh dar e sempre cobrar, eh jogar com os sentimentos de alguem, eh nao pensar e simplesmente agir, principalmente, quando existem pessoas envolvidas...
Voce pode escolher viver ou sobreviver. Pense bem. Pois o final eh igual para todos, sem escolha.
Eu quero VIVER e voce?
OBS: Feliz dia dos avos!!!!! Meus avos (os que ainda vivem e os que jah partiram), voces sao a razao da minha vida. AMO MUITO VOCES!
Maninha, PARABENS! TE AMO!
Quando demos o nosso primeiro choro, damos o nosso primeiro passo em nosso caminho. A vida eh feita de apenas um unico caminho, no qual quem o faz, somos nos mesmos. Eh como respirar, se alimentar, NINGUEM pode fazer por nos. E, se nao fizermos, morremos. Dentro de uma "normalidade" depois de nosso choro, seguiriamos nossas vidas. Cresceriamos, teriamos duvidas, escolheriamos o que ser profissional e pessoalmente. Se pegarmos a vida de uma unica pessoa, esta possui um unico caminho tracado por ela. Mas, sera que ela viveu ou apenas sobreviveu? E isto, nao tem absolutamente nada a ver com questoes financeiras, ou classe social.
Viver esta relacionado diretamente em dar valor as " pequenas coisas", lutar por algo ou alguem como se fosse a ultima coisa que fizesse na vida, "apostar todas as suas fichas" em um novo ou eterno amor, recomecar sem ter o menor medo ou receio em errar, perdoar e esquecer, passar por cima do orgulho e dizer sim diante da vida, eh deitar no travesseiro e conseguir dormir, eh nao ter vergonha de dizer a verdade, de levantar a bandeira da sua fe, amar sem esperar nada em troca, eh fazer novos e conservar velhos amigos, eh ser tudo aquilo que voce sonhou quando crianca, eh ouvir as broncas calado e depois conversar, se achar que esta certo, e se nao der certo, continuar sorrindo, pedir a bencao de seus pais e avos, eh nao esquecer de quem sempre te ajudou...
Sobreviver eh o oposto, eh brigar sem motivo algum, eh mentir, ser desonesto ateh em jogo de futebol com os amigos, eh passar por cima de alguem para conseguir o que quer, eh deixar de sonhar ou abandonar velhos sonho, eh ter preguica de vencer, eh desanimar no primeiro obstaculo, eh trair a confianca de alguem e nao se arrepender, eh nao olhar para alguem que te olha, eh ignorar o pedido de ajuda de alguem, eh ter medo de amar, eh dar e sempre cobrar, eh jogar com os sentimentos de alguem, eh nao pensar e simplesmente agir, principalmente, quando existem pessoas envolvidas...
Voce pode escolher viver ou sobreviver. Pense bem. Pois o final eh igual para todos, sem escolha.
Eu quero VIVER e voce?
OBS: Feliz dia dos avos!!!!! Meus avos (os que ainda vivem e os que jah partiram), voces sao a razao da minha vida. AMO MUITO VOCES!
Maninha, PARABENS! TE AMO!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Copa de 2014

E chega ao fim a participacao do Brasil na Copa de Mundo de 2010. Nossos anfitroes foram primeiro, depois a segunda selecao que mais ganhou titulos em copa, a Italia, e agora nosso Brasil. A selecao considerada pelo ultimo ranking da Fifa como a melhor, que ganhou a ultima Copa das Confederacoes.
Um pais com 190 milhoes de habitantes (e mais os muitos que moram fora de nosso pais ) hoje desligou seus televisores com o grito de hexa mais uma vez engasgado na garganta! Podem ateh dizer que foi bem feito pro Dunga, mas nao. Isso acredito ser pouco. A felicidade que todos nos teriamos ao ser hexa com ou sem Dunga seria a mesma. Talvez com a derrota adiantada foi a comprovacao do que um outdoor explicita em sua campanha " Faca que nem o Dunga nao use craque". Mas, teria sido este nosso maior problema? Nao termos jogadores "destaque", que levassem o time nas "cotas", como Romario e Bebeto no tetra? Eu sinceramente nao acredito nisso.
Hoje, neste jogo contra Holanda confirmei que nao. Pelo menos nao nesse caso. Eh claro, que nao podemos esquecer que a selecao holandesa foi nosso grande desafio nessa copa, as selecoes anteriores eram, em sua maioria, tranquilas. Porem, nosso maior obstaculo deste jogo nao foi o Sneijder ou Robben, mas sim, o teatro. Eh esse mesmo. Deveriam ganhar o oscar. Em de vez de jogadores de futebol deviam ser atores. Ganhariam para fazer algo certo, e nao simular caidas, faltas. Mais idiota ainda eh o juiz.
Agora, realmente nao podemos fazer nada. E ateh porque nosso futebol sempre vai ser o melhor. Pelos ateh alguem chegar a 6 estrelas, e nessa copa nao vai ser. Nem na proxima, quer dizer. NOS vamos ganhar nossa sexta estrela dentro de de casa com toda a torcida. Falta pouco. Por enquanto, vamos assistir o fim da Copa e torcer para que a Argentina nao leve a taca, porque se nao estavamos ferrados. E tambem rezar para que a Fifa escale um treinador com garra e menos complexado (com a imprensa e com ele mesmo).
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Como nascem as artes?

Desde que optei em estudar jornalismo, questões são o que não me faltam. E, esta é bem interessante, porém para responde-la, ou pelo menos tentar responde-la, devemos delimitar o que se entende por arte. Esta palavra com apenas quatro letras pode expressar emoções, história, cultura através de alguns valores estáticos (beleza, equilíbrio, harmonia) e pode ser representada de várias formas, tais como música, pintura, escultura, cinema, dança, entre outras. E para que isto possa ser feito, o que o artista precisa? CRIATIVIDADE. Todos possuem? SIM. Todos sabem ou querem exercitar? NAO. Talvez esta seja a principal dificuldade encontrada para as artes. Nem todos querem exercita-la, e o que pior, muitos dizem nao entender. Mas, por quê? Aquele que produz a arte, tem, é claro, uma determinada intenção ao construi-la, entretanto nao quer dizer que seja a unica. E é ai que encontrei a resposta para a minha primeira pergunta: COMO NASCEM AS ARTES? Nascem do pensamento, nao apenas daquele que faz, mas também daquele que prestigia seja ao compra-la, seja ao assisti-la, seja ao toca-la. O importante para que ocorra "o nascimento de uma arte" é preciso de pensamentos. Estes são fundamentais em todos os processos da arte. Através do pensamento idealizo como vou representa-la, o que quero expressar e, principalmente, qual a minha intenção ao contrui-la. Pensar nao é somente o ato de "imaginar algo", vai além. Nao é simultaneo, é instantaneo. As vezes, o que penso agora, nao é o que penso daqui a dez minutos. Isto faz toda diferença. Em outras palavras, posso pensar e fazer uma arte agora, e daqui a alguns minutos posso ter outro, totalmente oposta. O que demonstra a versatilidade do artista. Este é um ser humano que sabe exercitar seu pensamento como ninguem, e melhor do que isso. Sabe pensar e expressar de forma outros possam ter acesso aquilo que ele pensou. O artista não é egoísta. Faz do seu pensamento algo coletivo. A arte é o pensamento "concreto de alguém".
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