sábado, 13 de novembro de 2010

PORTEIRO CANTA PARA UMA MORADORA E É PRESO

Juca Souza e Silva foi autuado em flagrante por cantar uma serenata após o horário permitido pela lei na noite de ontem. Sem conseguir dormir moradores chamaram a polícia. Juca trabalhava como porteiro do prédio até um mês atrás. O sindico do edifício, José Carlos Alves, comentou que foi uma surpresa, pois o “cantor” era um funcionário exemplar e discreto, não apresentava nenhum comportamento anormal. Sem conseguir entender para quem e por quê o ex-funcionário fez a cantoria, o policial, João Amaral, encaminhou Juca para a delegacia.

Juca ao ser interrogado pelo delegado responsável pelo caso, Claiton Gonçalves, contou que largou o empregado por causa da paixão pela moradora e que não pretendia incomodar ninguém. O porteiro foi liberado no fim da manhã, após pagar a fiança e garantir aos policiais que não causaria mais transtorno. Juca pediu apenas que não divulgassem o nome da moradora. Mas, segundo testemunhas a música que ele cantou tinha o nome de uma moradora, Maria.

sábado, 6 de novembro de 2010

Perda das características do impresso pode acabar com este meio de comunicação

Alberto Dines, ex-editor do Jornal do Brasil afirma que “O jornal é uma organização de estudo; é um centro de aprendizagem. E, o JB percebeu isso. Era voltado para o conhecimento”, mas como a afirmação bem explicita, no passado o jornal apresentava esta mentalidade e segundo Dines, este foi um dos grandes fatores que fizeram do JB um sucesso. Para discutir questões como: o falecimento do primeiro jornal do país no impresso e agora, apenas na internet, se o “jornalismo no papel” irá acabar; quais as vantagens e as desvantagens dessas novas tecnologias; e, principalmente a importância do Jornal do Brasil para impresso, foi feito um seminário chamado JB que nós amávamos, realizado nos dias 20 e 21 de outubro na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro.
O acontecimento contou a participação de nomes como Alfredo Herkenhoff, Orivaldo Perin, Rosental Calmon Alves, Caio Túlio Costa, Ricardo Gandour, Luiz Carlos David, Nilo Dante, Suzana Blass e Paula Máiran durante as quatro mesas ao longo dos dois dias, além da exibição de três vídeos e a apresentação sucinta sobre a história e a reforma gráfica do Jornal do Brasil pelo professor, Ildo Nascimento.
O primeiro debate “um jornal que fez história” trouxe os jornalistas Wilson Figueiredo, Ana Arruda, José Silveira, Cícero Sandroni e Alberto Dines que puderam contar não só as experiências no jornal, mas também o espírito que lá viviam, o motivo pelo qual acreditam ter “matado” o JB, os fatores fizeram dele um grande jornal e a entrada dos novos meios de comunicação no jornalismo. Em outras palavras, esta primeira parte das discussões pôde debater um pouco de tudo o que foi falado ao longo do seminário. Os jornalistas por terem trabalhado nos anos áureos do JB (décadas de 1950 até 1980) tiveram contato com o jornalismo de qualidade, ou como Sandroni disse “com a face da resistência da imprensa”.
Em contraposição, ao clássico do jornalismo impresso a tecnologia também esteve presente e pôde mostrar sua vantagem. Dines, que agora mora em São Paulo e não pôde comparecer fisicamente ao seminário por motivos de saúde através de uma vídeo conferência conseguiu colocar sua opinião e debater com antigos colegas em tempo real (este recurso foi usado também em outras mesas). Os personagens da história do JB ratificaram que este grande jornal deve parte do sucesso por ter sido sediado no Rio de Janeiro graças as suas características cosmopolita.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Domingo no Parque

Na tarde de domingo enquanto Juliana Santos tomava sorvete e conversava com João Oliveira (seu namorado) no Parque Verde na cidade de Ribeira, o amigo violento atacou os violentamente. Com o casal ainda estirado ao chão, José Gusmão assustado ficou parado, sem reação. A população que assistiu ao terror chamou a polícia que levou o assassino para delegacia.
Em algumas horas e com algumas testemunhas, o delegado da pacata cidade desvendou o crime, inclusive a história deste triângulo amoroso. João e José eram amigos de infância, mas desde que o primeiro começou a namorar Juliana, Zé (como o amigo o chamava) brigava com ele. João trabalhava nas construções, enquanto José na feira. No domingo do ocorrido, João resolveu não ir jogar capoeira como de costume, decidiu namorar. Zé seguiu sua rotina, fechou a barraca e foi para o parque. Não houve planejamento, foi um impulso, momento de surto de José.
José era apaixonado por Juliana, mas foi João quem conseguiu conquistá-la. Um ciúme corria Zé. Desde pequeno ele tinha atitudes de agressividade, porém não havia chegado a um nível crítico como chegou desta vez. Segundo os médicos, José tem uma saúde mental debilitada, o que fez dele um assassino.
Hoje, José está preso em um hospital psiquiátrico da polícia aguardando julgamento. Enquanto a família do casal espera justiça que José possa pagar por tudo o que fez.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ESTUDANTE DEDICA AS FÉRIAS EM LAZER, TRABALHO E RELIGIÃO

Inicia as aulas e o aluno já pensa nas férias. Mas, como toda regra tem exceção, existem algumas pessoas que não as usam somente para diversão e descanso. Um exemplo é Paula Pontes, aluna de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, que dedicou o recesso escolar do meio do ano para viajar com a família, organizar festas, resolver pendências (levar roupas na costureira, ir ao dentista) e rezar. Nas férias nem tudo estava programado, porém a cada dia que passava, descansar era o que ela menos fazia.
No primeiro fim de semana, a estudante viajou com os tios e a prima para Belo Horizonte. Lá conheceu diversos pontos turísticos, Mineirão, Pampulha, Igreja de São Francisco de Assis. A tia mineira como anfitriã fez questão de mostrar a cidade natal para a sobrinha, que havia estado ali pela última vez, há 18 anos. Minas Gerais foi desvendada em algumas horas. Além disso, próximo a Belo Horizonte foram visitar Mariana (primeira capital do Estado) e Ouro Preto (uma cidade que reúne universitários, igrejas e historia do Brasil).
No retorno à cidade maravilhosa, Paula foi para casa dos tios e lá passou mais três dias com a família. Cinema, boliche e restaurante para completar o início das férias. E, mesmo a estudante tendo 19 anos e os primos 11 e 14 anos, eles se divertiram bastante.
Depois de tantos momentos de alegria, a universitária retornou a Niterói onde mora. Com isso, voltam também às responsabilidades. No final de semana dos dias 24 e 25 de julho ocorreu na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora a Festa Junina. Esta foi organizada por ela e alguns amigos do grupo de jovens do qual faz parte (Encontro de Jovens com Cristo). Na semana anterior, pintou, cortou, desenhou, cozinhou, decorou, contou, enfim, trabalhou bastante em função desse evento.
Final da festa muito cansaço, porém muita felicidade de poder ajudar e alegrar as pessoas. Início de outra semana, Paula aproveitou para resolver alguns problemas e, principalmente, organizar outro encontro que ocorreu nos dias 31 de julho e 1 de agosto em Itaipuaçu . Foram momentos de reflexão, cantoria, desabafo e união, um retiro de amigos.
Para encerrar o recesso, o último domingo de descanso era Dia dos Pais. Então, a Paula foi passar o dia com o pai e as irmãs. Um almoço delicioso com direito a presente e cartas para o homenageado. Um mês de pouco descanso, mas de alegria e que vai ficar guardado na memória.

domingo, 5 de setembro de 2010

UNIVERSITÁRIA SAI DE FÉRIAS, MAS CONTINUA TRABALHANDO

Estudante de jornalismo Bárbara Abreu entrou de férias na faculdade. Porém, isto não aconteceu com o trabalho. A aluna passou em 2009 no concurso do IBGE e, desde então não teve descanso. Entretanto, não foi um grande obstáculo para relaxar e se divertir no recesso escolar. Por isso, os finais de semana foram repletos de atividades com a família, amigos e namorado.
O primeiro fim de semana, a Bárbara foi com o namorado para São Pedro da Serra. Eles passaram dias em uma pousada em um clima bem romântico. Comeram, dançaram, conversaram, namoraram, tudo que um casal espera de um encontro a dois. Isto deu força para mais uma semana de trabalho.
Na madrugada do dia 24 para 25, a universitária foi matar uma curiosidade e um desejo. Pela primeira vez foi a um rave (festa com música eletrônica, bem alta e que dura mais de 12 horas). Foi em Santo Aleixo, próximo a Magé. Produzida pelas maiores raves do Brasil (Euforia e Cabala). Segundo Bárbara, um momento único e diferente.
Nos últimos dias das férias, curtiu com a família e antigos amigos. Foi ao cinema assistir Toy Story 3 e a um restaurante famoso. Riram, colocaram o papo em dia. Já com os familiares aproveitou a vinda das primas que moram na Irlanda (Letícia e Mariana, 6 e 11 anos, respectivamente) para fazer reuniões com todos primos. Os encontros foram regados a filmes divertidos, comida da vovó e jogos de tabuleiro. Depois de tantas alegrias e muito trabalho

sábado, 28 de agosto de 2010

100 % DE APROVAÇÃO DO CURSO JORNALISMO DA UFF

Estudantes de comunicação social da Universidade Federal Fluminense dizem em sua primeira aula de Linguagem Jornalística não se arrependerem de terem escolhido jornalismo como profissão.
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.

Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.

Paula Pontes

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

a união de um casal

O casamento para uns é uma instituição falida, para outros uma meta de vida, há tambem quem diga que é apenas um papel. Enfim, um dos sete sacramentos da Igreja Católica, segundo o IBGE, no nosso país ocorre um a cada 45 segundos. Tem noção de quantos casamentos por ano?

Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.

Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).

Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.

Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.