Coincidência ou não, Ronaldinho Gaúcho e o ex-clube, Barcelona, puderam gritar “é campeão” nesta última semana. Em 2006, juntos venceram o Arsenal por 2x1 e conquistaram a Liga dos Campeões da Europa. Hoje, mais uma vez , o time europeu vence a Liga , só que em cima do rival Real Madri e com Messi no comando. No Brasil, o camisa 10 rubro-negro leva a melhor sobre o Vasco, conquistando o Campeonato Carioca depois de ficar cinco anos sem títulos.
A estreia no Flamengo foi dia dois de fevereiro deste ano contra o Nova Iguaçu. Modesta, mas com a presença da torcida que esperava pelo “salvador”. Entretanto, o jogador não é mais o mesmo de cinco anos atrás.
No campo do Real, em 2005, Ronaldinho conseguiu um feito histórico. Marcou dois gols da vitória do Barça de 3x0 e foi aplaudido por todo o estádio, inclusive os torcedores rivais. “Foi inesquecível. Poucos jogadores tiveram essa sensação e eu passei por isso. Vou poder contar ao meu filho e aos meus netos”, comenta o jogador. Neste mesmo ano foi eleito pela segunda vez consecutiva o melhor jogador do mundo.
A vinda de jogadores brasileiros que se destacaram na Europa e resolveram voltar ao Brasil ocorre cada dia mais. Ronaldinho Gaúcho é apenas um exemplo entre vários que desejam encerrar a carreira no país de origem. Há três meses no Flamengo, o camisa 10 jogou 17 jogos – sendo 4 pela Copa do Brasil - , ficou dois fora por problemas no joelho esquerdo e fez cinco gols. Resultado: vitória invicta do Campeonato Carioca de 2011.
sábado, 14 de maio de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Moda: todas podem estar!
Semana passada falamos sobre futebol, esta semana a moda vai passar por aqui. Outro dia estava nas barcas indo para a faculdade, quando vejo "um alface". Aí você deve estar se perguntando.. ah deve ser próximo de algum horti-fruti, ou alguém poderia estar comendo algo com alface. Mas, não. Era um vestido estampado verde com uma meia calça verde e uma bota beje. Confesso que me deu um pouco de fome. Pensei até em tirar uma foto da composição exótica. Brincadeiras a parte, vale lembrar que cada pessoa se veste da maneira que acha melhor.
A moda é algo que, além de ser um mercado (ou seja, uma forma de ganhar dinheiro), é uma "sugestão" de como se vestir. É claro que existem pessoas que seguem a risca, existem outras que pensam não seguir e dizem até não gostar de moda. Mas, no fundo todo mundo tem alguma coisa que "está na moda".
Essa expressão "estar na moda" em outras palavras significa usar roupas, sapatos e acessórios que se "adaptam" melhor ao seu tipo de corpo e até rosto. Mas, como assim se "adaptar" ao seu corpo e rosto? Por exemplo, meninas baixas quando desejam se sentir mais altas, devem usar sapatos (com ou sem salto, isso depende de cada uma) do tom de sua pele, pois eles "alongam" a sinueta.
Muitos pensam na moda como aquilo que é visto nas passarelas, vale ressaltar que aquilo se chama tendência. Ou seja, estampas, cores, e até modelos de roupas, sapatos e maquiagens que estarão nas vitrines das lojas. Mas, isto não significa que você deve comprar algo novo para se enquandrar nesta tendência. Renovar o guarda-roupa com novos cortes, outras costuras parece ser uma bela saída. Lembre-se que sua roupa demonstra toda a sua personalidade.
Se quiser conhecer melhor este universo, o Fashion Rio Verão 2012 e São Paulo Fashion week ocorrerão, respectivamente, nos dias 30 de maio até 4 de junho e 13 a 18 de junho desde ano.
até a próxima!
A moda é algo que, além de ser um mercado (ou seja, uma forma de ganhar dinheiro), é uma "sugestão" de como se vestir. É claro que existem pessoas que seguem a risca, existem outras que pensam não seguir e dizem até não gostar de moda. Mas, no fundo todo mundo tem alguma coisa que "está na moda".
Essa expressão "estar na moda" em outras palavras significa usar roupas, sapatos e acessórios que se "adaptam" melhor ao seu tipo de corpo e até rosto. Mas, como assim se "adaptar" ao seu corpo e rosto? Por exemplo, meninas baixas quando desejam se sentir mais altas, devem usar sapatos (com ou sem salto, isso depende de cada uma) do tom de sua pele, pois eles "alongam" a sinueta.
Muitos pensam na moda como aquilo que é visto nas passarelas, vale ressaltar que aquilo se chama tendência. Ou seja, estampas, cores, e até modelos de roupas, sapatos e maquiagens que estarão nas vitrines das lojas. Mas, isto não significa que você deve comprar algo novo para se enquandrar nesta tendência. Renovar o guarda-roupa com novos cortes, outras costuras parece ser uma bela saída. Lembre-se que sua roupa demonstra toda a sua personalidade.
Se quiser conhecer melhor este universo, o Fashion Rio Verão 2012 e São Paulo Fashion week ocorrerão, respectivamente, nos dias 30 de maio até 4 de junho e 13 a 18 de junho desde ano.
até a próxima!
segunda-feira, 28 de março de 2011
O futebol carioca tá na moda!
O futebol carioca vem supreendendo a todos com sua melhora nos últimos três anos. Além de apresentar um campeonato estadual de maior qualidade (devido, principalmente, a significantes contrataçãoes com o Adriano e o Ronaldinho Gaúcho no Flamengo, o Fred e o Deco no Fluminense), voltou a investir nas categorias de base. Um bom exemplo disso foi a conquista da Copinha em São Paulo pelo Flamengo.
Outro resultado interessante é o crescente número de revelações de jogadores nos times cariocas, inclusive 'os pequenos'. O time de Nova Iguaçu que de seus 30 jogadores 26 são da base e destes apenas 8 são maiores de 23 anos. Nos times grandes, o Flamengo trouxe Negueba, que apesar de no último jogo não ter saído do banco (segundo as más línguas voltará por um tempo para a categoria de base), já fez dois gols no campeonato carioca e ajudou o time a conquistar o primeiro turno.
O time da Colina também veio com um bom reforço, o lateral Fagner, que com 21 anos já jogou na Holanda e em 2009 ajudou o Vasco a ganhar o campeonato brasileiro da série B.
Ainda falando no Vasco da Gama e de futebol, só que agora de areia, o time conquistou neste último final de semana o Mundialito de Clubes de Futebol de areia. E, em terceiro lugar, o Flamengo venceu o Lokomotiv Moscou, mostrando a força do nosso futebol.
Por fim, vale lembrar do campeonato carioca de 2010 no qual os dois turnos foram vencidos pelo Botafogo (primeiro turno contra o Vasco e o segundo contra o Flamengo), coisa que algum tempo não acontecia.
E os campeonatos brasileiros? Estes estão em alta para os cariocas. Em 2009 o Flamengo depois de 17 anos levou a taça e no ano passado o Fluminense acabou com um jejum de 26 anos. Quem será o próximo? Vasco depois de 11 anos? Flamengo apenas dois? Fluminense será tricampeão? Ou botafogo?
Outro resultado interessante é o crescente número de revelações de jogadores nos times cariocas, inclusive 'os pequenos'. O time de Nova Iguaçu que de seus 30 jogadores 26 são da base e destes apenas 8 são maiores de 23 anos. Nos times grandes, o Flamengo trouxe Negueba, que apesar de no último jogo não ter saído do banco (segundo as más línguas voltará por um tempo para a categoria de base), já fez dois gols no campeonato carioca e ajudou o time a conquistar o primeiro turno.
O time da Colina também veio com um bom reforço, o lateral Fagner, que com 21 anos já jogou na Holanda e em 2009 ajudou o Vasco a ganhar o campeonato brasileiro da série B.
Ainda falando no Vasco da Gama e de futebol, só que agora de areia, o time conquistou neste último final de semana o Mundialito de Clubes de Futebol de areia. E, em terceiro lugar, o Flamengo venceu o Lokomotiv Moscou, mostrando a força do nosso futebol.
Por fim, vale lembrar do campeonato carioca de 2010 no qual os dois turnos foram vencidos pelo Botafogo (primeiro turno contra o Vasco e o segundo contra o Flamengo), coisa que algum tempo não acontecia.
E os campeonatos brasileiros? Estes estão em alta para os cariocas. Em 2009 o Flamengo depois de 17 anos levou a taça e no ano passado o Fluminense acabou com um jejum de 26 anos. Quem será o próximo? Vasco depois de 11 anos? Flamengo apenas dois? Fluminense será tricampeão? Ou botafogo?
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
até quando vamos deixar que as pessoas morram por causa de um fenomeno natural?
No Brasil chuvas torrenciais nos últimos 15 anos além de ajudar nas plantações, têm trazido muitas perdas. Em algumas horas de água caindo céu faz estragos comparados a uma guerra. Pessoas lutam anos para construir suas casas, dão seu melhor para que em algumas horas tudo vá abaixo. Mas, até quando vamos deixar que isso aconteça?
Vale do Cuiaba - Itaipava, Região Serrana do Rio de Janeiro. Muitas pessoas foram mortas, quase todas perderam suas casas, algum parente, amigos e vizinhos. Coracoes, almas, mentes estão destruídos. Pode parecer que um bem material eh pequeno diante de uma tragédia tao grande, mas a tristeza de anos de luta trabalhando, construindo sua casa tijolo por tijolo e do nada tudo vai ao chão, por causa de uma serie de descuidos e descasos, eh duro demais.
Igreja católica e metodista deixam de lado suas diferenças e se unem pela vida. Em torno de 200 pessoas sendo um quarto delas crianças estão abrigadas na igreja católica nessa comunidade, que antes eram casas e existia um vale. Hoje, muita lama, galhos e um corrego. O cenário eh de guerra. Porem, o pior de tudo eh saber que muitos ainda estão vivos por fora, mas totalmente mortos por dentro. Conversando com uma desabrigada, ela afirma que estah feliz em estar viva, mas quando tenta dormir escuta os gritos das pessoas pedindo socorro. Vidas se foram e infelizmente, muitos ainda irão.
Talvez se perguntar o que você pode fazer para ajudar, já eh um começo. Alem das doacoes estas pessoas precisam de atenção medica, jurídica, social. Crianças orfaos, pais sem filhos, famílias destruídas que não sabem por onde começar. Ajudem a cobrar atenção do poder publico. Vá la dar um pouco de sua atenção e carinho. Leve esperança. Lembre-se um dia você pode precisar!
Vale do Cuiaba - Itaipava, Região Serrana do Rio de Janeiro. Muitas pessoas foram mortas, quase todas perderam suas casas, algum parente, amigos e vizinhos. Coracoes, almas, mentes estão destruídos. Pode parecer que um bem material eh pequeno diante de uma tragédia tao grande, mas a tristeza de anos de luta trabalhando, construindo sua casa tijolo por tijolo e do nada tudo vai ao chão, por causa de uma serie de descuidos e descasos, eh duro demais.
Igreja católica e metodista deixam de lado suas diferenças e se unem pela vida. Em torno de 200 pessoas sendo um quarto delas crianças estão abrigadas na igreja católica nessa comunidade, que antes eram casas e existia um vale. Hoje, muita lama, galhos e um corrego. O cenário eh de guerra. Porem, o pior de tudo eh saber que muitos ainda estão vivos por fora, mas totalmente mortos por dentro. Conversando com uma desabrigada, ela afirma que estah feliz em estar viva, mas quando tenta dormir escuta os gritos das pessoas pedindo socorro. Vidas se foram e infelizmente, muitos ainda irão.
Talvez se perguntar o que você pode fazer para ajudar, já eh um começo. Alem das doacoes estas pessoas precisam de atenção medica, jurídica, social. Crianças orfaos, pais sem filhos, famílias destruídas que não sabem por onde começar. Ajudem a cobrar atenção do poder publico. Vá la dar um pouco de sua atenção e carinho. Leve esperança. Lembre-se um dia você pode precisar!
sábado, 22 de janeiro de 2011
Alguém pode mudar por voce?
Proximo dos meus vinte anos descubro cada dia mais que mudar alguém é IMPOSSÍVEL. Antes de pensar em qualquer coisa, primeiro devemos definir o significado da palavra MUDAR, MUDANÇA. Transformação, modificação são sinônimos. Ou seja, mudar significa querer e ser algo diferente do que era. Se antes voce falava muitas girias e decidiu não falar mais, a partir de hoje, essas palavras não farão parte do seu vocabulário. Assim parece fácil. Mas, na prática, é MUITO DIFÍCIL.
É como eu dizia, vou fazer vinte anos e algumas situações me fizeram perceber que se voce quer mudar, só voce pode fazer isso, mais ninguém. Se um casal briga, porque o outro tão uma determinada carcterística que o parceiro não gosto, este não pode querer que seu companheiro mude, cabe se adaptar e aceitar ou, entao mostrar o caminho da mudança para que o outro perceba que esra característica faz mais mal a si mesmo do que ao seu parceiro. Ou seja, pedir, exijir ou até mesmo acreditar que alguém, pode ser pai, mãe, irmao, marido, namorada, mude por voce, pode tirar o cavalinho da chuva, porque isso jamais vai acontecer. A mudança vem junto com o amadurecimento, se alguém cresce, se transforma. Pena que existem pessoas que só crescem de tamanho, porque a maturidade é de um bebê.
É como eu dizia, vou fazer vinte anos e algumas situações me fizeram perceber que se voce quer mudar, só voce pode fazer isso, mais ninguém. Se um casal briga, porque o outro tão uma determinada carcterística que o parceiro não gosto, este não pode querer que seu companheiro mude, cabe se adaptar e aceitar ou, entao mostrar o caminho da mudança para que o outro perceba que esra característica faz mais mal a si mesmo do que ao seu parceiro. Ou seja, pedir, exijir ou até mesmo acreditar que alguém, pode ser pai, mãe, irmao, marido, namorada, mude por voce, pode tirar o cavalinho da chuva, porque isso jamais vai acontecer. A mudança vem junto com o amadurecimento, se alguém cresce, se transforma. Pena que existem pessoas que só crescem de tamanho, porque a maturidade é de um bebê.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Por que amar os animais? PS: principalmente os caes!
Curioso que existem pessoas que são capazes de dizer que não gostam de animais. E ai, eu me pergunto: elas não gostam delas mesmas? Sim, porque TODOS SOMOS ANIMAIS. Se temos alguma diferenças, eh na parte racional (dependendo acho que eles são mais do que a gente). Não gostar de animais, eh como não gostar de batata frita do Mc Donald`s, ou namorar sem beijar na boca. Ou seja, IMPOSSÍVEL. Os animais são a melhor coisa que Deus fez. Sejam eles racionais ou não. Os cães, por exemplo, conseguem traduzir em seu olhar a fome, a alegria, o medo, a solidariedade, enfim, não precisa de palavras para expressar aquilo que deseja e precisa. Todos, na minha modesta opinião, deveriam crescer com algum tipo de animal irracional. Cachorro, gato, passarinho, tartaruga, galinha, peixe, seja de qual natureza for, tenho certeza que teríamos crianças, e futuros adultos mais conscientes e maduros. Alem de mais carinhosos, atenciosos e dedicados.
Eh inevitável para mim ao falar de "pets", não pensar no melhor presente que já ganhei: a Mel. Uma poddle champanhe muito charmosa e que só sai de casa com sapatinhos desde seu primeiro passeio. Tímida, não acredita nos outros cães, acham que todos são traidores, mas quando um a ignora, ela corre atrás (parece ate gente!. Quando fico doente, ela vem atrás de mim e só sai quando levanto da cama, quando melhoro. Se estou alegre, abraço, beijo e aperto tanto ela que as vezes, perde o ar. Seu fucinho gelado mostra o quanto eh forte e saudável. Mas na hora da vacina, eh um choroso só. Parece com alguém? Talvez você não pense em uma pessoa especifica, mas em diversas atitudes de humanos que conhece, não eh?
Pois eh. Não só os cachorros, como a Mel, mas gatos, peixes e todos os outros animais (racionais e irracionais) são "gente" e devem ser tratados como, principalmente, respeitados.
Mel, TE AMO MUITO! PARABÉNS pelo seu nono aniversário!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Por que conquistar algo ou alguém é mais difícil do que ser conquistada?
Engraçado que só de pensar em como fazer isso, já dá medo. Como futura jornalista reportagens sao o que nao faltam para mostrar as "famosas técnicas de sedução". Talvez a mais conhecia atualmente sejam as aulas de conquista. Como características podemos ressaltar as aulas teoricas e praticas nas quais as primeiras sao feitas dentro de "salas de aula" com apostilas e videos e até trocas de experiencias. Já a segunda parte é a hora do "vamo vê". Mostrar na "vida real"o que aprendeu durante as aulas. O professor dá algumas dicas e os alunos "vão a caça".
Este foi um exemplo da era moderna de como as pessoas vao a procura de outra. Mas, ainda existe os métodos classicos, atraves de olhares, uma boa conversa e até mesmo uma bela dança. Passam os dias, anos e até séculos mudam-se os métodos, mas não o objetivo. Seres humanos, assim como os demais animais querem mesmo é amar e ser amados. Mesmo com isso tudo, eu vou a perguntar: será que existe regra na hora da conquista? é mais fácil conquistar ou ser conquistado?
Resposta para isso, nao tenho e nunca vou ter. Mas sigo pensando que cada caso é um caso. Hoje, tenho medo de conquistar alguém, pois isso nunca aconteceu. Porém, novas experiencias trazem novas e maravilhosas supresas. Pelo menos, eu espero.
Paula Pontes
Este foi um exemplo da era moderna de como as pessoas vao a procura de outra. Mas, ainda existe os métodos classicos, atraves de olhares, uma boa conversa e até mesmo uma bela dança. Passam os dias, anos e até séculos mudam-se os métodos, mas não o objetivo. Seres humanos, assim como os demais animais querem mesmo é amar e ser amados. Mesmo com isso tudo, eu vou a perguntar: será que existe regra na hora da conquista? é mais fácil conquistar ou ser conquistado?
Resposta para isso, nao tenho e nunca vou ter. Mas sigo pensando que cada caso é um caso. Hoje, tenho medo de conquistar alguém, pois isso nunca aconteceu. Porém, novas experiencias trazem novas e maravilhosas supresas. Pelo menos, eu espero.
Paula Pontes
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Por que fazer comunicação comunitária no Brasil é tão difícil?
Antes de responder a esta complicada pergunta, devemos definir o que significam as palavras comunicação e comunitária. De acordo com o dicinionário Ruth Rocha, comunicação é o ato de comunicar, de tornar comum, transmitir. Já o segundo conceito tem como definição: relativo à comunidade social, qualidade do que é comum, agrupamento humano caracterizado pela coesão espontânea de indivíduos. Logo, a explicação do significado da expressão “comunicação comunitária” é o ato de transmitir algo para um grupo de pessoas que possuem algo em comum. Mas, se isso na prática acontecesse nossa pergunta seria diferente.
No início da década de 1970, as tecnologias ganharam grande destaque na comunicação, principalmente o rádio e a televisão. Cada uma tinha sua forma e sua linguagem que as faziam diferentes e únicas. O primeiro meio utiliza majoritariamente a fala e audição, sem imagem e nem leitura. Logo, seu alcance é enorme num país como o Brasil que ainda possui quase 11% da população analfabeta (segundo as últimas pesquisas). Além de não ser algo caro e que pode ser usado com pilhas em vez da energia elétrica. A televisão também tem papel importante para os brasileiros. Desde que chegou ao Brasil grande parte da população deu audiência para o que era veiculado por este meio. A imagem é o que mais a caracteriza, além, é claro, do som e leitura.
Nos anos 80 foi criado o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) que tinha como lema “democratizar a comunicação para democratizar a sociedade”. Porém, com a perda de significância desse fórum (devido aos desencontros dos interesses e conhecimentos dos ideólogos e as necessidades dos movimentos sociais) e o advento de novas tecnologias, principalmente a internet (som, imagem, leitura, alem da interatividade e menor custo para o produtor e o usuário), a comunicação comunitária brasileira foi ficando cada vez mais difícil.
Entretanto, não podemos nos esquecer que ela existe. Um bom exemplo e até mesmo que quebra os paradigmas de que jornal “está fora de moda”, é o “Voz da Comunidade”. Um jornal que foi idealizado por um menino de onze anos (hoje com 16), Rene Silva, que começou falando de sua rua no Morro do Adeus (Complexo do Alemão), no Rio de Janeiro e atualmente, possui dois mil exemplares, patrocinado por alguns anunciantes da própria comunidade e com um viés comunitário.
Paula Pontes
No início da década de 1970, as tecnologias ganharam grande destaque na comunicação, principalmente o rádio e a televisão. Cada uma tinha sua forma e sua linguagem que as faziam diferentes e únicas. O primeiro meio utiliza majoritariamente a fala e audição, sem imagem e nem leitura. Logo, seu alcance é enorme num país como o Brasil que ainda possui quase 11% da população analfabeta (segundo as últimas pesquisas). Além de não ser algo caro e que pode ser usado com pilhas em vez da energia elétrica. A televisão também tem papel importante para os brasileiros. Desde que chegou ao Brasil grande parte da população deu audiência para o que era veiculado por este meio. A imagem é o que mais a caracteriza, além, é claro, do som e leitura.
Nos anos 80 foi criado o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) que tinha como lema “democratizar a comunicação para democratizar a sociedade”. Porém, com a perda de significância desse fórum (devido aos desencontros dos interesses e conhecimentos dos ideólogos e as necessidades dos movimentos sociais) e o advento de novas tecnologias, principalmente a internet (som, imagem, leitura, alem da interatividade e menor custo para o produtor e o usuário), a comunicação comunitária brasileira foi ficando cada vez mais difícil.
Entretanto, não podemos nos esquecer que ela existe. Um bom exemplo e até mesmo que quebra os paradigmas de que jornal “está fora de moda”, é o “Voz da Comunidade”. Um jornal que foi idealizado por um menino de onze anos (hoje com 16), Rene Silva, que começou falando de sua rua no Morro do Adeus (Complexo do Alemão), no Rio de Janeiro e atualmente, possui dois mil exemplares, patrocinado por alguns anunciantes da própria comunidade e com um viés comunitário.
Paula Pontes
sábado, 13 de novembro de 2010
PORTEIRO CANTA PARA UMA MORADORA E É PRESO
Juca Souza e Silva foi autuado em flagrante por cantar uma serenata após o horário permitido pela lei na noite de ontem. Sem conseguir dormir moradores chamaram a polícia. Juca trabalhava como porteiro do prédio até um mês atrás. O sindico do edifício, José Carlos Alves, comentou que foi uma surpresa, pois o “cantor” era um funcionário exemplar e discreto, não apresentava nenhum comportamento anormal. Sem conseguir entender para quem e por quê o ex-funcionário fez a cantoria, o policial, João Amaral, encaminhou Juca para a delegacia.
Juca ao ser interrogado pelo delegado responsável pelo caso, Claiton Gonçalves, contou que largou o empregado por causa da paixão pela moradora e que não pretendia incomodar ninguém. O porteiro foi liberado no fim da manhã, após pagar a fiança e garantir aos policiais que não causaria mais transtorno. Juca pediu apenas que não divulgassem o nome da moradora. Mas, segundo testemunhas a música que ele cantou tinha o nome de uma moradora, Maria.
Juca ao ser interrogado pelo delegado responsável pelo caso, Claiton Gonçalves, contou que largou o empregado por causa da paixão pela moradora e que não pretendia incomodar ninguém. O porteiro foi liberado no fim da manhã, após pagar a fiança e garantir aos policiais que não causaria mais transtorno. Juca pediu apenas que não divulgassem o nome da moradora. Mas, segundo testemunhas a música que ele cantou tinha o nome de uma moradora, Maria.
sábado, 6 de novembro de 2010
Perda das características do impresso pode acabar com este meio de comunicação
Alberto Dines, ex-editor do Jornal do Brasil afirma que “O jornal é uma organização de estudo; é um centro de aprendizagem. E, o JB percebeu isso. Era voltado para o conhecimento”, mas como a afirmação bem explicita, no passado o jornal apresentava esta mentalidade e segundo Dines, este foi um dos grandes fatores que fizeram do JB um sucesso. Para discutir questões como: o falecimento do primeiro jornal do país no impresso e agora, apenas na internet, se o “jornalismo no papel” irá acabar; quais as vantagens e as desvantagens dessas novas tecnologias; e, principalmente a importância do Jornal do Brasil para impresso, foi feito um seminário chamado JB que nós amávamos, realizado nos dias 20 e 21 de outubro na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro.
O acontecimento contou a participação de nomes como Alfredo Herkenhoff, Orivaldo Perin, Rosental Calmon Alves, Caio Túlio Costa, Ricardo Gandour, Luiz Carlos David, Nilo Dante, Suzana Blass e Paula Máiran durante as quatro mesas ao longo dos dois dias, além da exibição de três vídeos e a apresentação sucinta sobre a história e a reforma gráfica do Jornal do Brasil pelo professor, Ildo Nascimento.
O primeiro debate “um jornal que fez história” trouxe os jornalistas Wilson Figueiredo, Ana Arruda, José Silveira, Cícero Sandroni e Alberto Dines que puderam contar não só as experiências no jornal, mas também o espírito que lá viviam, o motivo pelo qual acreditam ter “matado” o JB, os fatores fizeram dele um grande jornal e a entrada dos novos meios de comunicação no jornalismo. Em outras palavras, esta primeira parte das discussões pôde debater um pouco de tudo o que foi falado ao longo do seminário. Os jornalistas por terem trabalhado nos anos áureos do JB (décadas de 1950 até 1980) tiveram contato com o jornalismo de qualidade, ou como Sandroni disse “com a face da resistência da imprensa”.
Em contraposição, ao clássico do jornalismo impresso a tecnologia também esteve presente e pôde mostrar sua vantagem. Dines, que agora mora em São Paulo e não pôde comparecer fisicamente ao seminário por motivos de saúde através de uma vídeo conferência conseguiu colocar sua opinião e debater com antigos colegas em tempo real (este recurso foi usado também em outras mesas). Os personagens da história do JB ratificaram que este grande jornal deve parte do sucesso por ter sido sediado no Rio de Janeiro graças as suas características cosmopolita.
O acontecimento contou a participação de nomes como Alfredo Herkenhoff, Orivaldo Perin, Rosental Calmon Alves, Caio Túlio Costa, Ricardo Gandour, Luiz Carlos David, Nilo Dante, Suzana Blass e Paula Máiran durante as quatro mesas ao longo dos dois dias, além da exibição de três vídeos e a apresentação sucinta sobre a história e a reforma gráfica do Jornal do Brasil pelo professor, Ildo Nascimento.
O primeiro debate “um jornal que fez história” trouxe os jornalistas Wilson Figueiredo, Ana Arruda, José Silveira, Cícero Sandroni e Alberto Dines que puderam contar não só as experiências no jornal, mas também o espírito que lá viviam, o motivo pelo qual acreditam ter “matado” o JB, os fatores fizeram dele um grande jornal e a entrada dos novos meios de comunicação no jornalismo. Em outras palavras, esta primeira parte das discussões pôde debater um pouco de tudo o que foi falado ao longo do seminário. Os jornalistas por terem trabalhado nos anos áureos do JB (décadas de 1950 até 1980) tiveram contato com o jornalismo de qualidade, ou como Sandroni disse “com a face da resistência da imprensa”.
Em contraposição, ao clássico do jornalismo impresso a tecnologia também esteve presente e pôde mostrar sua vantagem. Dines, que agora mora em São Paulo e não pôde comparecer fisicamente ao seminário por motivos de saúde através de uma vídeo conferência conseguiu colocar sua opinião e debater com antigos colegas em tempo real (este recurso foi usado também em outras mesas). Os personagens da história do JB ratificaram que este grande jornal deve parte do sucesso por ter sido sediado no Rio de Janeiro graças as suas características cosmopolita.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Domingo no Parque
Na tarde de domingo enquanto Juliana Santos tomava sorvete e conversava com João Oliveira (seu namorado) no Parque Verde na cidade de Ribeira, o amigo violento atacou os violentamente. Com o casal ainda estirado ao chão, José Gusmão assustado ficou parado, sem reação. A população que assistiu ao terror chamou a polícia que levou o assassino para delegacia.
Em algumas horas e com algumas testemunhas, o delegado da pacata cidade desvendou o crime, inclusive a história deste triângulo amoroso. João e José eram amigos de infância, mas desde que o primeiro começou a namorar Juliana, Zé (como o amigo o chamava) brigava com ele. João trabalhava nas construções, enquanto José na feira. No domingo do ocorrido, João resolveu não ir jogar capoeira como de costume, decidiu namorar. Zé seguiu sua rotina, fechou a barraca e foi para o parque. Não houve planejamento, foi um impulso, momento de surto de José.
José era apaixonado por Juliana, mas foi João quem conseguiu conquistá-la. Um ciúme corria Zé. Desde pequeno ele tinha atitudes de agressividade, porém não havia chegado a um nível crítico como chegou desta vez. Segundo os médicos, José tem uma saúde mental debilitada, o que fez dele um assassino.
Hoje, José está preso em um hospital psiquiátrico da polícia aguardando julgamento. Enquanto a família do casal espera justiça que José possa pagar por tudo o que fez.
Em algumas horas e com algumas testemunhas, o delegado da pacata cidade desvendou o crime, inclusive a história deste triângulo amoroso. João e José eram amigos de infância, mas desde que o primeiro começou a namorar Juliana, Zé (como o amigo o chamava) brigava com ele. João trabalhava nas construções, enquanto José na feira. No domingo do ocorrido, João resolveu não ir jogar capoeira como de costume, decidiu namorar. Zé seguiu sua rotina, fechou a barraca e foi para o parque. Não houve planejamento, foi um impulso, momento de surto de José.
José era apaixonado por Juliana, mas foi João quem conseguiu conquistá-la. Um ciúme corria Zé. Desde pequeno ele tinha atitudes de agressividade, porém não havia chegado a um nível crítico como chegou desta vez. Segundo os médicos, José tem uma saúde mental debilitada, o que fez dele um assassino.
Hoje, José está preso em um hospital psiquiátrico da polícia aguardando julgamento. Enquanto a família do casal espera justiça que José possa pagar por tudo o que fez.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
ESTUDANTE DEDICA AS FÉRIAS EM LAZER, TRABALHO E RELIGIÃO
Inicia as aulas e o aluno já pensa nas férias. Mas, como toda regra tem exceção, existem algumas pessoas que não as usam somente para diversão e descanso. Um exemplo é Paula Pontes, aluna de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, que dedicou o recesso escolar do meio do ano para viajar com a família, organizar festas, resolver pendências (levar roupas na costureira, ir ao dentista) e rezar. Nas férias nem tudo estava programado, porém a cada dia que passava, descansar era o que ela menos fazia.
No primeiro fim de semana, a estudante viajou com os tios e a prima para Belo Horizonte. Lá conheceu diversos pontos turísticos, Mineirão, Pampulha, Igreja de São Francisco de Assis. A tia mineira como anfitriã fez questão de mostrar a cidade natal para a sobrinha, que havia estado ali pela última vez, há 18 anos. Minas Gerais foi desvendada em algumas horas. Além disso, próximo a Belo Horizonte foram visitar Mariana (primeira capital do Estado) e Ouro Preto (uma cidade que reúne universitários, igrejas e historia do Brasil).
No retorno à cidade maravilhosa, Paula foi para casa dos tios e lá passou mais três dias com a família. Cinema, boliche e restaurante para completar o início das férias. E, mesmo a estudante tendo 19 anos e os primos 11 e 14 anos, eles se divertiram bastante.
Depois de tantos momentos de alegria, a universitária retornou a Niterói onde mora. Com isso, voltam também às responsabilidades. No final de semana dos dias 24 e 25 de julho ocorreu na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora a Festa Junina. Esta foi organizada por ela e alguns amigos do grupo de jovens do qual faz parte (Encontro de Jovens com Cristo). Na semana anterior, pintou, cortou, desenhou, cozinhou, decorou, contou, enfim, trabalhou bastante em função desse evento.
Final da festa muito cansaço, porém muita felicidade de poder ajudar e alegrar as pessoas. Início de outra semana, Paula aproveitou para resolver alguns problemas e, principalmente, organizar outro encontro que ocorreu nos dias 31 de julho e 1 de agosto em Itaipuaçu . Foram momentos de reflexão, cantoria, desabafo e união, um retiro de amigos.
Para encerrar o recesso, o último domingo de descanso era Dia dos Pais. Então, a Paula foi passar o dia com o pai e as irmãs. Um almoço delicioso com direito a presente e cartas para o homenageado. Um mês de pouco descanso, mas de alegria e que vai ficar guardado na memória.
No primeiro fim de semana, a estudante viajou com os tios e a prima para Belo Horizonte. Lá conheceu diversos pontos turísticos, Mineirão, Pampulha, Igreja de São Francisco de Assis. A tia mineira como anfitriã fez questão de mostrar a cidade natal para a sobrinha, que havia estado ali pela última vez, há 18 anos. Minas Gerais foi desvendada em algumas horas. Além disso, próximo a Belo Horizonte foram visitar Mariana (primeira capital do Estado) e Ouro Preto (uma cidade que reúne universitários, igrejas e historia do Brasil).
No retorno à cidade maravilhosa, Paula foi para casa dos tios e lá passou mais três dias com a família. Cinema, boliche e restaurante para completar o início das férias. E, mesmo a estudante tendo 19 anos e os primos 11 e 14 anos, eles se divertiram bastante.
Depois de tantos momentos de alegria, a universitária retornou a Niterói onde mora. Com isso, voltam também às responsabilidades. No final de semana dos dias 24 e 25 de julho ocorreu na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora a Festa Junina. Esta foi organizada por ela e alguns amigos do grupo de jovens do qual faz parte (Encontro de Jovens com Cristo). Na semana anterior, pintou, cortou, desenhou, cozinhou, decorou, contou, enfim, trabalhou bastante em função desse evento.
Final da festa muito cansaço, porém muita felicidade de poder ajudar e alegrar as pessoas. Início de outra semana, Paula aproveitou para resolver alguns problemas e, principalmente, organizar outro encontro que ocorreu nos dias 31 de julho e 1 de agosto em Itaipuaçu . Foram momentos de reflexão, cantoria, desabafo e união, um retiro de amigos.
Para encerrar o recesso, o último domingo de descanso era Dia dos Pais. Então, a Paula foi passar o dia com o pai e as irmãs. Um almoço delicioso com direito a presente e cartas para o homenageado. Um mês de pouco descanso, mas de alegria e que vai ficar guardado na memória.
domingo, 5 de setembro de 2010
UNIVERSITÁRIA SAI DE FÉRIAS, MAS CONTINUA TRABALHANDO
Estudante de jornalismo Bárbara Abreu entrou de férias na faculdade. Porém, isto não aconteceu com o trabalho. A aluna passou em 2009 no concurso do IBGE e, desde então não teve descanso. Entretanto, não foi um grande obstáculo para relaxar e se divertir no recesso escolar. Por isso, os finais de semana foram repletos de atividades com a família, amigos e namorado.
O primeiro fim de semana, a Bárbara foi com o namorado para São Pedro da Serra. Eles passaram dias em uma pousada em um clima bem romântico. Comeram, dançaram, conversaram, namoraram, tudo que um casal espera de um encontro a dois. Isto deu força para mais uma semana de trabalho.
Na madrugada do dia 24 para 25, a universitária foi matar uma curiosidade e um desejo. Pela primeira vez foi a um rave (festa com música eletrônica, bem alta e que dura mais de 12 horas). Foi em Santo Aleixo, próximo a Magé. Produzida pelas maiores raves do Brasil (Euforia e Cabala). Segundo Bárbara, um momento único e diferente.
Nos últimos dias das férias, curtiu com a família e antigos amigos. Foi ao cinema assistir Toy Story 3 e a um restaurante famoso. Riram, colocaram o papo em dia. Já com os familiares aproveitou a vinda das primas que moram na Irlanda (Letícia e Mariana, 6 e 11 anos, respectivamente) para fazer reuniões com todos primos. Os encontros foram regados a filmes divertidos, comida da vovó e jogos de tabuleiro. Depois de tantas alegrias e muito trabalho
O primeiro fim de semana, a Bárbara foi com o namorado para São Pedro da Serra. Eles passaram dias em uma pousada em um clima bem romântico. Comeram, dançaram, conversaram, namoraram, tudo que um casal espera de um encontro a dois. Isto deu força para mais uma semana de trabalho.
Na madrugada do dia 24 para 25, a universitária foi matar uma curiosidade e um desejo. Pela primeira vez foi a um rave (festa com música eletrônica, bem alta e que dura mais de 12 horas). Foi em Santo Aleixo, próximo a Magé. Produzida pelas maiores raves do Brasil (Euforia e Cabala). Segundo Bárbara, um momento único e diferente.
Nos últimos dias das férias, curtiu com a família e antigos amigos. Foi ao cinema assistir Toy Story 3 e a um restaurante famoso. Riram, colocaram o papo em dia. Já com os familiares aproveitou a vinda das primas que moram na Irlanda (Letícia e Mariana, 6 e 11 anos, respectivamente) para fazer reuniões com todos primos. Os encontros foram regados a filmes divertidos, comida da vovó e jogos de tabuleiro. Depois de tantas alegrias e muito trabalho
sábado, 28 de agosto de 2010
100 % DE APROVAÇÃO DO CURSO JORNALISMO DA UFF
Estudantes de comunicação social da Universidade Federal Fluminense dizem em sua primeira aula de Linguagem Jornalística não se arrependerem de terem escolhido jornalismo como profissão.
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.
Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.
Paula Pontes
Na primeira e única sexta-feira 13 do ano de 2010, universitários responderam a um questionário oral feito por seu novo professor. Era a primeira aula deles no segundo período. Oficialmente deixavam de ser calouros (alunos que cursam o primeiro período da faculdade) e passam a ser veteranos. E, logo de início, enfrentaram o professor de Linguagem Jornalística, Alceste Pinheiro, que com sua pauta sorteava nomes. No começo parecia que ele iria chamar apenas alguns, mas depois do terceiro, todos foram percebendo que iriam passar por aquilo. Não eram perguntas que exigiam um elevado nível de conhecimento, na verdade, exigia autoconhecimento.
Dos 14 alunos presentes, ele foi chamando um a um. Com o objetivo de conhecer um pouco melhor a nova turma, Alceste primeiramente perguntou a idade e onde haviam cursado o ensino médio. Com estas duas questões, ele pôde extrair que a metade dos alunos tinha 18 anos e, ainda havia um que era menor de idade, João Felipe Passos, com 17 anos. Observou que apenas quatro estudaram em colégios públicos e os que cursaram em escolas particulares, três eram do mesmo que fic em Niterói. Ao perguntar o nome do colégio, o mestre também conseguiu saber de onde os estudantes eram. Com isso, descobriu que seis deles, mais de 40 por cento, não eram de Niterói ou da Capital do Rio de Janeiro.
Já que não eram mais calouros, provavelmente teriam alguma opinião a respeito da estrutura da universidade. Foi então que o professor questionou sobre o campos do curso de comunicação da UFF, o Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS). Com objetividade, ele perguntou o que gostavam e não gostavam de lá. Obteve uma unanimidade com relação ao que é positivo, e também, negativo. Para o primeiro, responderam que além da turma, gostam bastante dos professores (extremamente capacitados). Já com relação ao segundo, os alunos foram enfáticos ao dizer que há certo descaso com a estrutura (prédios, materiais, organização) do IACS.
Direcionando um pouco mais para o curso o qual os universitários estudam, o professor fez a mesma pergunta para eles, entretanto relativa às disciplinas que fizeram no primeiro período da faculdade. A homogeneidade só ocorre com a matéria que gostaram. Todos os alunos, sem exceção, afirmaram que Introdução a Filosofia foi a melhor. Mas, sem nenhuma justifica concreta, dizem simplesmente que foi a união de um ótimo professor com boas aulas. Em contraposição, duas disciplinas foram ditas por eles como as piores, Teoria da Percepção e Jornalismo Gráfico. A primeira justificada por ser uma matéria sem sentido, e a segunda, por não apresentar coesão entre aquilo que foi explicitado no início do curso e o que foi feito ao longo do curso, além do descaso do professor com relação a disciplina e seus alunos.
Para finalizar e justificar a manchete, a última questão do professor Alceste, foi o motivo, o porquê dos alunos tinham escolhido o jornalismo como curso superior, e em seguida, se haviam se arrependido. Além de obter cem por cento de concordância entre eles, a resposta demonstrou o nível de satisfação dos estudantes com relação ao curso escolhido.
Paula Pontes
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
a união de um casal
O casamento para uns é uma instituição falida, para outros uma meta de vida, há tambem quem diga que é apenas um papel. Enfim, um dos sete sacramentos da Igreja Católica, segundo o IBGE, no nosso país ocorre um a cada 45 segundos. Tem noção de quantos casamentos por ano?
Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.
Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).
Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.
Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.
Ontem, no programa A LIGA (que na minha modesta opiniao, é um dos melhores programas jornalisticos da atualidade), da rede Bandeirantes, o tema tratado foi este. Falaram nao apenas do casamento tradicional (igreja, civil, festa...), mas também um casamento indígena. O mais interessante que na pratica são cerimonias tao diferentes, entretanto com um significado semelhante (pelo menos um deles), o ritual, marco do fim de uma fase e inicio de outra.
Para os índios o homem deve mostrar para sua futura esposa o quanto de "dor" ele pode suportar "por ela". Em retribuição, a esposa deve ficar 3 meses sem sair da "oca", sem ve-lo, apenas de alimentando de um formiga típica. Demonstrando o quanto esta uniao é especial para ela (um exemplo, dos varios tipos de rituais onde cada tribo tem a sua).
Para nós, urbanos ou até mesmo, interioranos buscamos também na religiao, mas caso nao tenha, fica só no civil. Porém, o importante é ressaltar que o caráter significativo dessa uniao é o principal. Muitos em nossa sociedade não precisam de papel, benção, apenas a vontade, o amor e a pressa (e até mesmo o bolso) falam mais alto. Juntam seus trapinhos e vão "morar juntos". Engraçado que eles deram o nome de "namoridos". Bem interessante.
Outra semelhança, esta, na verdade, essencial para que esta junção ocorra, é o AMOR (para muitos paixao - talvez o principal motivo de tantas separaçoes). Não importa, seja índio, seja urbano, tenha ou não uma religião, o que fala mais alto é o AMOR entre o casal, o sonho de construir alguma coisa juntos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Viver ou Sobreviver?
O caminhar de um ser humano, de certa forma, eh igual para todos. Principalmente, quando pensamos em ciclos. Nascemos, crescemos, reproduzimos e morremos. Em tese, TODOS deveriam passar por isso. Mas, infelizmente, nao eh o que, as vezes, acontece.
Quando demos o nosso primeiro choro, damos o nosso primeiro passo em nosso caminho. A vida eh feita de apenas um unico caminho, no qual quem o faz, somos nos mesmos. Eh como respirar, se alimentar, NINGUEM pode fazer por nos. E, se nao fizermos, morremos. Dentro de uma "normalidade" depois de nosso choro, seguiriamos nossas vidas. Cresceriamos, teriamos duvidas, escolheriamos o que ser profissional e pessoalmente. Se pegarmos a vida de uma unica pessoa, esta possui um unico caminho tracado por ela. Mas, sera que ela viveu ou apenas sobreviveu? E isto, nao tem absolutamente nada a ver com questoes financeiras, ou classe social.
Viver esta relacionado diretamente em dar valor as " pequenas coisas", lutar por algo ou alguem como se fosse a ultima coisa que fizesse na vida, "apostar todas as suas fichas" em um novo ou eterno amor, recomecar sem ter o menor medo ou receio em errar, perdoar e esquecer, passar por cima do orgulho e dizer sim diante da vida, eh deitar no travesseiro e conseguir dormir, eh nao ter vergonha de dizer a verdade, de levantar a bandeira da sua fe, amar sem esperar nada em troca, eh fazer novos e conservar velhos amigos, eh ser tudo aquilo que voce sonhou quando crianca, eh ouvir as broncas calado e depois conversar, se achar que esta certo, e se nao der certo, continuar sorrindo, pedir a bencao de seus pais e avos, eh nao esquecer de quem sempre te ajudou...
Sobreviver eh o oposto, eh brigar sem motivo algum, eh mentir, ser desonesto ateh em jogo de futebol com os amigos, eh passar por cima de alguem para conseguir o que quer, eh deixar de sonhar ou abandonar velhos sonho, eh ter preguica de vencer, eh desanimar no primeiro obstaculo, eh trair a confianca de alguem e nao se arrepender, eh nao olhar para alguem que te olha, eh ignorar o pedido de ajuda de alguem, eh ter medo de amar, eh dar e sempre cobrar, eh jogar com os sentimentos de alguem, eh nao pensar e simplesmente agir, principalmente, quando existem pessoas envolvidas...
Voce pode escolher viver ou sobreviver. Pense bem. Pois o final eh igual para todos, sem escolha.
Eu quero VIVER e voce?
OBS: Feliz dia dos avos!!!!! Meus avos (os que ainda vivem e os que jah partiram), voces sao a razao da minha vida. AMO MUITO VOCES!
Maninha, PARABENS! TE AMO!
Quando demos o nosso primeiro choro, damos o nosso primeiro passo em nosso caminho. A vida eh feita de apenas um unico caminho, no qual quem o faz, somos nos mesmos. Eh como respirar, se alimentar, NINGUEM pode fazer por nos. E, se nao fizermos, morremos. Dentro de uma "normalidade" depois de nosso choro, seguiriamos nossas vidas. Cresceriamos, teriamos duvidas, escolheriamos o que ser profissional e pessoalmente. Se pegarmos a vida de uma unica pessoa, esta possui um unico caminho tracado por ela. Mas, sera que ela viveu ou apenas sobreviveu? E isto, nao tem absolutamente nada a ver com questoes financeiras, ou classe social.
Viver esta relacionado diretamente em dar valor as " pequenas coisas", lutar por algo ou alguem como se fosse a ultima coisa que fizesse na vida, "apostar todas as suas fichas" em um novo ou eterno amor, recomecar sem ter o menor medo ou receio em errar, perdoar e esquecer, passar por cima do orgulho e dizer sim diante da vida, eh deitar no travesseiro e conseguir dormir, eh nao ter vergonha de dizer a verdade, de levantar a bandeira da sua fe, amar sem esperar nada em troca, eh fazer novos e conservar velhos amigos, eh ser tudo aquilo que voce sonhou quando crianca, eh ouvir as broncas calado e depois conversar, se achar que esta certo, e se nao der certo, continuar sorrindo, pedir a bencao de seus pais e avos, eh nao esquecer de quem sempre te ajudou...
Sobreviver eh o oposto, eh brigar sem motivo algum, eh mentir, ser desonesto ateh em jogo de futebol com os amigos, eh passar por cima de alguem para conseguir o que quer, eh deixar de sonhar ou abandonar velhos sonho, eh ter preguica de vencer, eh desanimar no primeiro obstaculo, eh trair a confianca de alguem e nao se arrepender, eh nao olhar para alguem que te olha, eh ignorar o pedido de ajuda de alguem, eh ter medo de amar, eh dar e sempre cobrar, eh jogar com os sentimentos de alguem, eh nao pensar e simplesmente agir, principalmente, quando existem pessoas envolvidas...
Voce pode escolher viver ou sobreviver. Pense bem. Pois o final eh igual para todos, sem escolha.
Eu quero VIVER e voce?
OBS: Feliz dia dos avos!!!!! Meus avos (os que ainda vivem e os que jah partiram), voces sao a razao da minha vida. AMO MUITO VOCES!
Maninha, PARABENS! TE AMO!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Copa de 2014

E chega ao fim a participacao do Brasil na Copa de Mundo de 2010. Nossos anfitroes foram primeiro, depois a segunda selecao que mais ganhou titulos em copa, a Italia, e agora nosso Brasil. A selecao considerada pelo ultimo ranking da Fifa como a melhor, que ganhou a ultima Copa das Confederacoes.
Um pais com 190 milhoes de habitantes (e mais os muitos que moram fora de nosso pais ) hoje desligou seus televisores com o grito de hexa mais uma vez engasgado na garganta! Podem ateh dizer que foi bem feito pro Dunga, mas nao. Isso acredito ser pouco. A felicidade que todos nos teriamos ao ser hexa com ou sem Dunga seria a mesma. Talvez com a derrota adiantada foi a comprovacao do que um outdoor explicita em sua campanha " Faca que nem o Dunga nao use craque". Mas, teria sido este nosso maior problema? Nao termos jogadores "destaque", que levassem o time nas "cotas", como Romario e Bebeto no tetra? Eu sinceramente nao acredito nisso.
Hoje, neste jogo contra Holanda confirmei que nao. Pelo menos nao nesse caso. Eh claro, que nao podemos esquecer que a selecao holandesa foi nosso grande desafio nessa copa, as selecoes anteriores eram, em sua maioria, tranquilas. Porem, nosso maior obstaculo deste jogo nao foi o Sneijder ou Robben, mas sim, o teatro. Eh esse mesmo. Deveriam ganhar o oscar. Em de vez de jogadores de futebol deviam ser atores. Ganhariam para fazer algo certo, e nao simular caidas, faltas. Mais idiota ainda eh o juiz.
Agora, realmente nao podemos fazer nada. E ateh porque nosso futebol sempre vai ser o melhor. Pelos ateh alguem chegar a 6 estrelas, e nessa copa nao vai ser. Nem na proxima, quer dizer. NOS vamos ganhar nossa sexta estrela dentro de de casa com toda a torcida. Falta pouco. Por enquanto, vamos assistir o fim da Copa e torcer para que a Argentina nao leve a taca, porque se nao estavamos ferrados. E tambem rezar para que a Fifa escale um treinador com garra e menos complexado (com a imprensa e com ele mesmo).
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Como nascem as artes?

Desde que optei em estudar jornalismo, questões são o que não me faltam. E, esta é bem interessante, porém para responde-la, ou pelo menos tentar responde-la, devemos delimitar o que se entende por arte. Esta palavra com apenas quatro letras pode expressar emoções, história, cultura através de alguns valores estáticos (beleza, equilíbrio, harmonia) e pode ser representada de várias formas, tais como música, pintura, escultura, cinema, dança, entre outras. E para que isto possa ser feito, o que o artista precisa? CRIATIVIDADE. Todos possuem? SIM. Todos sabem ou querem exercitar? NAO. Talvez esta seja a principal dificuldade encontrada para as artes. Nem todos querem exercita-la, e o que pior, muitos dizem nao entender. Mas, por quê? Aquele que produz a arte, tem, é claro, uma determinada intenção ao construi-la, entretanto nao quer dizer que seja a unica. E é ai que encontrei a resposta para a minha primeira pergunta: COMO NASCEM AS ARTES? Nascem do pensamento, nao apenas daquele que faz, mas também daquele que prestigia seja ao compra-la, seja ao assisti-la, seja ao toca-la. O importante para que ocorra "o nascimento de uma arte" é preciso de pensamentos. Estes são fundamentais em todos os processos da arte. Através do pensamento idealizo como vou representa-la, o que quero expressar e, principalmente, qual a minha intenção ao contrui-la. Pensar nao é somente o ato de "imaginar algo", vai além. Nao é simultaneo, é instantaneo. As vezes, o que penso agora, nao é o que penso daqui a dez minutos. Isto faz toda diferença. Em outras palavras, posso pensar e fazer uma arte agora, e daqui a alguns minutos posso ter outro, totalmente oposta. O que demonstra a versatilidade do artista. Este é um ser humano que sabe exercitar seu pensamento como ninguem, e melhor do que isso. Sabe pensar e expressar de forma outros possam ter acesso aquilo que ele pensou. O artista não é egoísta. Faz do seu pensamento algo coletivo. A arte é o pensamento "concreto de alguém".
terça-feira, 15 de junho de 2010
Brasil: copa do mundo de 2010

"A canarinha vai correr pelo gramado
Mas uma vez meu coração vai pipocar!
Que seja gool de alegria
Nos pés da magia e o grito no ar.
Tem alemão que vai morrer do coração.
Vendo meu time dando show no futebol.
Trazendo a taça mais uma vez,
Porque nosso futebol do planeta é o melhor. (bis)
Eu quero ver a bola na rede, na rede, na rede.
Brasil vamos lá
Eu quero ver a bola na rede,na rede, na rede...
Vou me balançar
Ver o meu povo eu quero verde e amarelo.
Vibrar de emoção
Eu quero é bola no pé de lá pra cá quero olé!
Faz mais um gool seleção!
Eu quero é gool!Gool! (bis)
Brasil!!!!!!!!!!!
Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!"
Hoje!
BRASIL x COREIA DO NORTE !
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A forca do meu caminho
Passar por tres bairros, entrar e sair de varias ruas, demorar, sem transito, 20 minutos neste trajeto. Ir e voltar da faculdade seria algo rotineiro. Vou conta-lo de forma diferente. Ir para o IACS eh sempre o mesmo caminho fisico - ary parreiras, praia de icarai, rua das sendas, rua tiradentes e rua lara vilela - , porem nem sempre as mesmas observacoes. Na verdade, o que mais gosto deste caminho eh a rua da praia de icarai, que me faz lembrar o quanto nosso pais tem paisagens maravilhosas. De la consigo ver verdadeiras obras de arte naturais, como o pao de acucar, o relevo bem acidentado formando uma rede montanhas com desenho fantastico, alem das pedras que ' saem ' do fundo do mar, a pedra do inga, por exemplo. Incluse, em dias de mar agitado, eh proximo a ela que os surfistas adoram pegar onda. Esta praia, apesar de nao ser tao limpa, apresenta um dos visuais mais bonitos de Niteroi. Ah, tem tambem o MAC que faz da paisagem ainda mais charmosa e cheia de vida. Evidenciando esse carater belo da nossa cidade e tambem de nosso estado. Acho que dificilmente conseguiria me adaptar em nao mais passar por ali. Me sinto melhor, como se ao olhar para ali, minhas forcas se renovacem. Vou para faculdade cheia de luz. Algo muito positivo.Na volta, tenho algumas opcoes de caminho, mas o que mais faco, eh um pouco diferente da ida. Mas, nao posso deixar de passar, mesmo que nao nela toda, na praia. A sensacao eh inesplicavel. Apenas quem a conhece sabe o que sinto, se nao sabe, eh porque nao reparou na beleza encantadora e especial dela. Neste mar de predios, a correria do dia-a-dia, eh o encontro das montanhas com o mar que faz do meu caminho algo diferente. Deixando de ser apenas algo cotidiano, para se tornar algo restaurador.
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