No Brasil chuvas torrenciais nos últimos 15 anos além de ajudar nas plantações, têm trazido muitas perdas. Em algumas horas de água caindo céu faz estragos comparados a uma guerra. Pessoas lutam anos para construir suas casas, dão seu melhor para que em algumas horas tudo vá abaixo. Mas, até quando vamos deixar que isso aconteça?
Vale do Cuiaba - Itaipava, Região Serrana do Rio de Janeiro. Muitas pessoas foram mortas, quase todas perderam suas casas, algum parente, amigos e vizinhos. Coracoes, almas, mentes estão destruídos. Pode parecer que um bem material eh pequeno diante de uma tragédia tao grande, mas a tristeza de anos de luta trabalhando, construindo sua casa tijolo por tijolo e do nada tudo vai ao chão, por causa de uma serie de descuidos e descasos, eh duro demais.
Igreja católica e metodista deixam de lado suas diferenças e se unem pela vida. Em torno de 200 pessoas sendo um quarto delas crianças estão abrigadas na igreja católica nessa comunidade, que antes eram casas e existia um vale. Hoje, muita lama, galhos e um corrego. O cenário eh de guerra. Porem, o pior de tudo eh saber que muitos ainda estão vivos por fora, mas totalmente mortos por dentro. Conversando com uma desabrigada, ela afirma que estah feliz em estar viva, mas quando tenta dormir escuta os gritos das pessoas pedindo socorro. Vidas se foram e infelizmente, muitos ainda irão.
Talvez se perguntar o que você pode fazer para ajudar, já eh um começo. Alem das doacoes estas pessoas precisam de atenção medica, jurídica, social. Crianças orfaos, pais sem filhos, famílias destruídas que não sabem por onde começar. Ajudem a cobrar atenção do poder publico. Vá la dar um pouco de sua atenção e carinho. Leve esperança. Lembre-se um dia você pode precisar!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Alguém pode mudar por voce?
Proximo dos meus vinte anos descubro cada dia mais que mudar alguém é IMPOSSÍVEL. Antes de pensar em qualquer coisa, primeiro devemos definir o significado da palavra MUDAR, MUDANÇA. Transformação, modificação são sinônimos. Ou seja, mudar significa querer e ser algo diferente do que era. Se antes voce falava muitas girias e decidiu não falar mais, a partir de hoje, essas palavras não farão parte do seu vocabulário. Assim parece fácil. Mas, na prática, é MUITO DIFÍCIL.
É como eu dizia, vou fazer vinte anos e algumas situações me fizeram perceber que se voce quer mudar, só voce pode fazer isso, mais ninguém. Se um casal briga, porque o outro tão uma determinada carcterística que o parceiro não gosto, este não pode querer que seu companheiro mude, cabe se adaptar e aceitar ou, entao mostrar o caminho da mudança para que o outro perceba que esra característica faz mais mal a si mesmo do que ao seu parceiro. Ou seja, pedir, exijir ou até mesmo acreditar que alguém, pode ser pai, mãe, irmao, marido, namorada, mude por voce, pode tirar o cavalinho da chuva, porque isso jamais vai acontecer. A mudança vem junto com o amadurecimento, se alguém cresce, se transforma. Pena que existem pessoas que só crescem de tamanho, porque a maturidade é de um bebê.
É como eu dizia, vou fazer vinte anos e algumas situações me fizeram perceber que se voce quer mudar, só voce pode fazer isso, mais ninguém. Se um casal briga, porque o outro tão uma determinada carcterística que o parceiro não gosto, este não pode querer que seu companheiro mude, cabe se adaptar e aceitar ou, entao mostrar o caminho da mudança para que o outro perceba que esra característica faz mais mal a si mesmo do que ao seu parceiro. Ou seja, pedir, exijir ou até mesmo acreditar que alguém, pode ser pai, mãe, irmao, marido, namorada, mude por voce, pode tirar o cavalinho da chuva, porque isso jamais vai acontecer. A mudança vem junto com o amadurecimento, se alguém cresce, se transforma. Pena que existem pessoas que só crescem de tamanho, porque a maturidade é de um bebê.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Por que amar os animais? PS: principalmente os caes!
Curioso que existem pessoas que são capazes de dizer que não gostam de animais. E ai, eu me pergunto: elas não gostam delas mesmas? Sim, porque TODOS SOMOS ANIMAIS. Se temos alguma diferenças, eh na parte racional (dependendo acho que eles são mais do que a gente). Não gostar de animais, eh como não gostar de batata frita do Mc Donald`s, ou namorar sem beijar na boca. Ou seja, IMPOSSÍVEL. Os animais são a melhor coisa que Deus fez. Sejam eles racionais ou não. Os cães, por exemplo, conseguem traduzir em seu olhar a fome, a alegria, o medo, a solidariedade, enfim, não precisa de palavras para expressar aquilo que deseja e precisa. Todos, na minha modesta opinião, deveriam crescer com algum tipo de animal irracional. Cachorro, gato, passarinho, tartaruga, galinha, peixe, seja de qual natureza for, tenho certeza que teríamos crianças, e futuros adultos mais conscientes e maduros. Alem de mais carinhosos, atenciosos e dedicados.
Eh inevitável para mim ao falar de "pets", não pensar no melhor presente que já ganhei: a Mel. Uma poddle champanhe muito charmosa e que só sai de casa com sapatinhos desde seu primeiro passeio. Tímida, não acredita nos outros cães, acham que todos são traidores, mas quando um a ignora, ela corre atrás (parece ate gente!. Quando fico doente, ela vem atrás de mim e só sai quando levanto da cama, quando melhoro. Se estou alegre, abraço, beijo e aperto tanto ela que as vezes, perde o ar. Seu fucinho gelado mostra o quanto eh forte e saudável. Mas na hora da vacina, eh um choroso só. Parece com alguém? Talvez você não pense em uma pessoa especifica, mas em diversas atitudes de humanos que conhece, não eh?
Pois eh. Não só os cachorros, como a Mel, mas gatos, peixes e todos os outros animais (racionais e irracionais) são "gente" e devem ser tratados como, principalmente, respeitados.
Mel, TE AMO MUITO! PARABÉNS pelo seu nono aniversário!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Por que conquistar algo ou alguém é mais difícil do que ser conquistada?
Engraçado que só de pensar em como fazer isso, já dá medo. Como futura jornalista reportagens sao o que nao faltam para mostrar as "famosas técnicas de sedução". Talvez a mais conhecia atualmente sejam as aulas de conquista. Como características podemos ressaltar as aulas teoricas e praticas nas quais as primeiras sao feitas dentro de "salas de aula" com apostilas e videos e até trocas de experiencias. Já a segunda parte é a hora do "vamo vê". Mostrar na "vida real"o que aprendeu durante as aulas. O professor dá algumas dicas e os alunos "vão a caça".
Este foi um exemplo da era moderna de como as pessoas vao a procura de outra. Mas, ainda existe os métodos classicos, atraves de olhares, uma boa conversa e até mesmo uma bela dança. Passam os dias, anos e até séculos mudam-se os métodos, mas não o objetivo. Seres humanos, assim como os demais animais querem mesmo é amar e ser amados. Mesmo com isso tudo, eu vou a perguntar: será que existe regra na hora da conquista? é mais fácil conquistar ou ser conquistado?
Resposta para isso, nao tenho e nunca vou ter. Mas sigo pensando que cada caso é um caso. Hoje, tenho medo de conquistar alguém, pois isso nunca aconteceu. Porém, novas experiencias trazem novas e maravilhosas supresas. Pelo menos, eu espero.
Paula Pontes
Este foi um exemplo da era moderna de como as pessoas vao a procura de outra. Mas, ainda existe os métodos classicos, atraves de olhares, uma boa conversa e até mesmo uma bela dança. Passam os dias, anos e até séculos mudam-se os métodos, mas não o objetivo. Seres humanos, assim como os demais animais querem mesmo é amar e ser amados. Mesmo com isso tudo, eu vou a perguntar: será que existe regra na hora da conquista? é mais fácil conquistar ou ser conquistado?
Resposta para isso, nao tenho e nunca vou ter. Mas sigo pensando que cada caso é um caso. Hoje, tenho medo de conquistar alguém, pois isso nunca aconteceu. Porém, novas experiencias trazem novas e maravilhosas supresas. Pelo menos, eu espero.
Paula Pontes
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Por que fazer comunicação comunitária no Brasil é tão difícil?
Antes de responder a esta complicada pergunta, devemos definir o que significam as palavras comunicação e comunitária. De acordo com o dicinionário Ruth Rocha, comunicação é o ato de comunicar, de tornar comum, transmitir. Já o segundo conceito tem como definição: relativo à comunidade social, qualidade do que é comum, agrupamento humano caracterizado pela coesão espontânea de indivíduos. Logo, a explicação do significado da expressão “comunicação comunitária” é o ato de transmitir algo para um grupo de pessoas que possuem algo em comum. Mas, se isso na prática acontecesse nossa pergunta seria diferente.
No início da década de 1970, as tecnologias ganharam grande destaque na comunicação, principalmente o rádio e a televisão. Cada uma tinha sua forma e sua linguagem que as faziam diferentes e únicas. O primeiro meio utiliza majoritariamente a fala e audição, sem imagem e nem leitura. Logo, seu alcance é enorme num país como o Brasil que ainda possui quase 11% da população analfabeta (segundo as últimas pesquisas). Além de não ser algo caro e que pode ser usado com pilhas em vez da energia elétrica. A televisão também tem papel importante para os brasileiros. Desde que chegou ao Brasil grande parte da população deu audiência para o que era veiculado por este meio. A imagem é o que mais a caracteriza, além, é claro, do som e leitura.
Nos anos 80 foi criado o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) que tinha como lema “democratizar a comunicação para democratizar a sociedade”. Porém, com a perda de significância desse fórum (devido aos desencontros dos interesses e conhecimentos dos ideólogos e as necessidades dos movimentos sociais) e o advento de novas tecnologias, principalmente a internet (som, imagem, leitura, alem da interatividade e menor custo para o produtor e o usuário), a comunicação comunitária brasileira foi ficando cada vez mais difícil.
Entretanto, não podemos nos esquecer que ela existe. Um bom exemplo e até mesmo que quebra os paradigmas de que jornal “está fora de moda”, é o “Voz da Comunidade”. Um jornal que foi idealizado por um menino de onze anos (hoje com 16), Rene Silva, que começou falando de sua rua no Morro do Adeus (Complexo do Alemão), no Rio de Janeiro e atualmente, possui dois mil exemplares, patrocinado por alguns anunciantes da própria comunidade e com um viés comunitário.
Paula Pontes
No início da década de 1970, as tecnologias ganharam grande destaque na comunicação, principalmente o rádio e a televisão. Cada uma tinha sua forma e sua linguagem que as faziam diferentes e únicas. O primeiro meio utiliza majoritariamente a fala e audição, sem imagem e nem leitura. Logo, seu alcance é enorme num país como o Brasil que ainda possui quase 11% da população analfabeta (segundo as últimas pesquisas). Além de não ser algo caro e que pode ser usado com pilhas em vez da energia elétrica. A televisão também tem papel importante para os brasileiros. Desde que chegou ao Brasil grande parte da população deu audiência para o que era veiculado por este meio. A imagem é o que mais a caracteriza, além, é claro, do som e leitura.
Nos anos 80 foi criado o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) que tinha como lema “democratizar a comunicação para democratizar a sociedade”. Porém, com a perda de significância desse fórum (devido aos desencontros dos interesses e conhecimentos dos ideólogos e as necessidades dos movimentos sociais) e o advento de novas tecnologias, principalmente a internet (som, imagem, leitura, alem da interatividade e menor custo para o produtor e o usuário), a comunicação comunitária brasileira foi ficando cada vez mais difícil.
Entretanto, não podemos nos esquecer que ela existe. Um bom exemplo e até mesmo que quebra os paradigmas de que jornal “está fora de moda”, é o “Voz da Comunidade”. Um jornal que foi idealizado por um menino de onze anos (hoje com 16), Rene Silva, que começou falando de sua rua no Morro do Adeus (Complexo do Alemão), no Rio de Janeiro e atualmente, possui dois mil exemplares, patrocinado por alguns anunciantes da própria comunidade e com um viés comunitário.
Paula Pontes
sábado, 13 de novembro de 2010
PORTEIRO CANTA PARA UMA MORADORA E É PRESO
Juca Souza e Silva foi autuado em flagrante por cantar uma serenata após o horário permitido pela lei na noite de ontem. Sem conseguir dormir moradores chamaram a polícia. Juca trabalhava como porteiro do prédio até um mês atrás. O sindico do edifício, José Carlos Alves, comentou que foi uma surpresa, pois o “cantor” era um funcionário exemplar e discreto, não apresentava nenhum comportamento anormal. Sem conseguir entender para quem e por quê o ex-funcionário fez a cantoria, o policial, João Amaral, encaminhou Juca para a delegacia.
Juca ao ser interrogado pelo delegado responsável pelo caso, Claiton Gonçalves, contou que largou o empregado por causa da paixão pela moradora e que não pretendia incomodar ninguém. O porteiro foi liberado no fim da manhã, após pagar a fiança e garantir aos policiais que não causaria mais transtorno. Juca pediu apenas que não divulgassem o nome da moradora. Mas, segundo testemunhas a música que ele cantou tinha o nome de uma moradora, Maria.
Juca ao ser interrogado pelo delegado responsável pelo caso, Claiton Gonçalves, contou que largou o empregado por causa da paixão pela moradora e que não pretendia incomodar ninguém. O porteiro foi liberado no fim da manhã, após pagar a fiança e garantir aos policiais que não causaria mais transtorno. Juca pediu apenas que não divulgassem o nome da moradora. Mas, segundo testemunhas a música que ele cantou tinha o nome de uma moradora, Maria.
sábado, 6 de novembro de 2010
Perda das características do impresso pode acabar com este meio de comunicação
Alberto Dines, ex-editor do Jornal do Brasil afirma que “O jornal é uma organização de estudo; é um centro de aprendizagem. E, o JB percebeu isso. Era voltado para o conhecimento”, mas como a afirmação bem explicita, no passado o jornal apresentava esta mentalidade e segundo Dines, este foi um dos grandes fatores que fizeram do JB um sucesso. Para discutir questões como: o falecimento do primeiro jornal do país no impresso e agora, apenas na internet, se o “jornalismo no papel” irá acabar; quais as vantagens e as desvantagens dessas novas tecnologias; e, principalmente a importância do Jornal do Brasil para impresso, foi feito um seminário chamado JB que nós amávamos, realizado nos dias 20 e 21 de outubro na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro.
O acontecimento contou a participação de nomes como Alfredo Herkenhoff, Orivaldo Perin, Rosental Calmon Alves, Caio Túlio Costa, Ricardo Gandour, Luiz Carlos David, Nilo Dante, Suzana Blass e Paula Máiran durante as quatro mesas ao longo dos dois dias, além da exibição de três vídeos e a apresentação sucinta sobre a história e a reforma gráfica do Jornal do Brasil pelo professor, Ildo Nascimento.
O primeiro debate “um jornal que fez história” trouxe os jornalistas Wilson Figueiredo, Ana Arruda, José Silveira, Cícero Sandroni e Alberto Dines que puderam contar não só as experiências no jornal, mas também o espírito que lá viviam, o motivo pelo qual acreditam ter “matado” o JB, os fatores fizeram dele um grande jornal e a entrada dos novos meios de comunicação no jornalismo. Em outras palavras, esta primeira parte das discussões pôde debater um pouco de tudo o que foi falado ao longo do seminário. Os jornalistas por terem trabalhado nos anos áureos do JB (décadas de 1950 até 1980) tiveram contato com o jornalismo de qualidade, ou como Sandroni disse “com a face da resistência da imprensa”.
Em contraposição, ao clássico do jornalismo impresso a tecnologia também esteve presente e pôde mostrar sua vantagem. Dines, que agora mora em São Paulo e não pôde comparecer fisicamente ao seminário por motivos de saúde através de uma vídeo conferência conseguiu colocar sua opinião e debater com antigos colegas em tempo real (este recurso foi usado também em outras mesas). Os personagens da história do JB ratificaram que este grande jornal deve parte do sucesso por ter sido sediado no Rio de Janeiro graças as suas características cosmopolita.
O acontecimento contou a participação de nomes como Alfredo Herkenhoff, Orivaldo Perin, Rosental Calmon Alves, Caio Túlio Costa, Ricardo Gandour, Luiz Carlos David, Nilo Dante, Suzana Blass e Paula Máiran durante as quatro mesas ao longo dos dois dias, além da exibição de três vídeos e a apresentação sucinta sobre a história e a reforma gráfica do Jornal do Brasil pelo professor, Ildo Nascimento.
O primeiro debate “um jornal que fez história” trouxe os jornalistas Wilson Figueiredo, Ana Arruda, José Silveira, Cícero Sandroni e Alberto Dines que puderam contar não só as experiências no jornal, mas também o espírito que lá viviam, o motivo pelo qual acreditam ter “matado” o JB, os fatores fizeram dele um grande jornal e a entrada dos novos meios de comunicação no jornalismo. Em outras palavras, esta primeira parte das discussões pôde debater um pouco de tudo o que foi falado ao longo do seminário. Os jornalistas por terem trabalhado nos anos áureos do JB (décadas de 1950 até 1980) tiveram contato com o jornalismo de qualidade, ou como Sandroni disse “com a face da resistência da imprensa”.
Em contraposição, ao clássico do jornalismo impresso a tecnologia também esteve presente e pôde mostrar sua vantagem. Dines, que agora mora em São Paulo e não pôde comparecer fisicamente ao seminário por motivos de saúde através de uma vídeo conferência conseguiu colocar sua opinião e debater com antigos colegas em tempo real (este recurso foi usado também em outras mesas). Os personagens da história do JB ratificaram que este grande jornal deve parte do sucesso por ter sido sediado no Rio de Janeiro graças as suas características cosmopolita.
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